quinta-feira, 28 de junho de 2012

domingo, 8 de janeiro de 2012

EXPOSIÇÃO ASSARÉ E MESTRE TOMÁZ:ENCONTRO DE SABERES

O resultado das oficinas de leitura de cordel e de xilogravura foram apresentadas numa exposição para professores e alunos da rede estadual e municipal de ensino de Soure. Agradeço a Arte Educadora Marcia Costa em sua contribuição nas oficinas e todos que participaram.





segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

PROJETO ASSARÉ E MESTRE TOMÁZ: ENCONTRO DE SABERES

Encerramos neste mês de dezembro de 2011 o projeto ASSARÉ E MESTRE TOMÁZ, o projeto teve como objetivo difundir a literatura de cordel como expressão e afirmação de nossa identidade cultural. Teve a participação da Professora Marcia Costa com a oficina de xilogravura e o Poeta Tarciso Coelho Bezerra com um cordel especifico sobre o projeto que consta no folder de divulgação do projeto. O resultado foram as xilogravuras e a produção de folhetos de cordel com uma exposição em espaço publico de acesso livre a população em geral. A idealizadora do Projeto foi a Professora Ivone Maués

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Contando o Imaginario de Soure.

Na oficina de Contação de Hsitória e Escrita Criativa, o professor Miguel, conhecido como Tio Miga, leva o seu repertório para encantar os ouvintes.

domingo, 10 de abril de 2011

Contação de História e Escrita Criativa - Buriti Bravo - MA

Aconteceu de 19 a 25 de março a oficina de Contação de História e Escrita Criativa no Território da Cidadania de Cocais - Cidade de Buriti Bravo - MA. A oficina foi ministrada no NIT - Nucleo de Informação Tecnológica e teve a participação de 67 professores da zona rural de Buriti Bravo. A participação da Secretaria Municipal de Educação foi importante na liberação dos professores e deslocamento dos mesmos dos mais variados povoados do em torno da cidade na zona rural. A presença da Funarte através dos projetos de circulação literária tem sido de suma importância para que nossa literatura se torne conhecida e divulgada.

sábado, 27 de novembro de 2010

Nira e Mururé

Diz a lenda,  que eram dois jovens índios de tribos inimigas que se apaixonaram perdidamente. Ela uma índia Mundi, e ele um índio Aruã.  Os aruãs famosos pela arte da guerra e do enfrentamento de resistência dos colonizadores e os Mundis conhecidos por serem pacíficos. O chefe da tribo aruã jamais permitiu que seu sucessor na hierarquia indigena, o índio MURURÉ casase-se com uma índia que não fosse guereira, a linda e terna NIRA. E assim foi decretada a guerra. Mururé longe de sua amada chorou dias e noites a solidão de sua ausência e Nira concolava-se embalada pelos raios da lua a sonhar em eternizar seu grande amor. Então ajudados pelo canto do uirapuru, que levava em seu canto a saudade dos dois índios apaixonados, Mururé e Nira então guiados pelo canto da ave encantada seguiram em direção um do outro para a floresta de mangue hoje conhecida como manguezal do goiabal, alimentaram-se da semente do tento e abraçados eternizaram sua paixão, morreram por amor, sabendo que suas vidas iriam salvar outros tantos amores. No lugar onde morreram nasceu duas lindas arvores abraçadas. Quem for passear na Fazenda São Jerônimo irá encontrar NIRA e MÚRURÉ de mãos dadas eternizando o amor. Diz a lenda que quem sentar em seus braços junto com seu amor, jamais se separará, porque eles ajudarão o amor ser eterno.
(História de Brito e Jeronima - Adaptada por Ivone Maués)