Na oficina de Contação de Hsitória e Escrita Criativa, o professor Miguel, conhecido como Tio Miga, leva o seu repertório para encantar os ouvintes.
terça-feira, 16 de agosto de 2011
domingo, 10 de abril de 2011
Contação de História e Escrita Criativa - Buriti Bravo - MA
sábado, 27 de novembro de 2010
Nira e Mururé
Diz a lenda, que eram dois jovens índios de tribos inimigas que se apaixonaram perdidamente. Ela uma índia Mundi, e ele um índio Aruã. Os aruãs famosos pela arte da guerra e do enfrentamento de resistência dos colonizadores e os Mundis conhecidos por serem pacíficos. O chefe da tribo aruã jamais permitiu que seu sucessor na hierarquia indigena, o índio MURURÉ casase-se com uma índia que não fosse guereira, a linda e terna NIRA. E assim foi decretada a guerra. Mururé longe de sua amada chorou dias e noites a solidão de sua ausência e Nira concolava-se embalada pelos raios da lua a sonhar em eternizar seu grande amor. Então ajudados pelo canto do uirapuru, que levava em seu canto a saudade dos dois índios apaixonados, Mururé e Nira então guiados pelo canto da ave encantada seguiram em direção um do outro para a floresta de mangue hoje conhecida como manguezal do goiabal, alimentaram-se da semente do tento e abraçados eternizaram sua paixão, morreram por amor, sabendo que suas vidas iriam salvar outros tantos amores. No lugar onde morreram nasceu duas lindas arvores abraçadas. Quem for passear na Fazenda São Jerônimo irá encontrar NIRA e MÚRURÉ de mãos dadas eternizando o amor. Diz a lenda que quem sentar em seus braços junto com seu amor, jamais se separará, porque eles ajudarão o amor ser eterno. (História de Brito e Jeronima - Adaptada por Ivone Maués)
quarta-feira, 23 de junho de 2010
BARQUINHO DE PAPEL
Depois de uma breve ausencia, estou de volta, agora para dividir com meus seguidores mais uma conquista Marajoara. Nasceu o Barquinho de Papel, foram muitas dobraduras para atingir essa meta, enfim conseguimos. Agradeço a todos que acreditaram que era possivel, a Editora CPOEMA e sua diretoria e demais colaboradores. Barquinho de Papel é um sonho de uma professorinha que acredita que é possivel um mundo melhor. Junto com seus pequeninos do Jardim da Infância em 2008 , rabiscou textos de vivencia do dia da Sala de Aula, do em torno da escola e de muitas percepções do movimento da vida. Com os alunos da Instituição Caruanas do Marajó eu aprendir a humanidade do ser, tão pequenos mas me ensinaram que ensinar exige de nós primeiro aprender, e , aprendemos nesta relação. Não fui apenas a professora do Jardim III, mas fui aluna dessa etapa da infancia tão linda. Aos pequeno com quem convivi no Jardim III em 2008 na Instituição Caruanas do Marajó. Obrigado por me ensinrem os segredos de viver aqui neste universo.terça-feira, 9 de março de 2010
SOURE EM MEMÓRIA


Você sabia que a cidade de Soure - Ilha de Marajó é homonima de uma Vila do Distrito de Coimbra em Portugal. Na Bahia há também uma cidade com o mesmo nome. O primeiro nome que Soure recebeu foi de Monforte, era um povoado, depois de freguesia de Menino Deus e em em 1757 foi elevada a de Vila de Soure, vindo a passar a condição de municipio só em 1858 quando o Conselho da Provincia do Pará determinou a Câmara de Monsarás que marcasse a eleição para a nova Câmara de Soure. E em 20 de janeiro de 1859 foi feita a instalação do municipio de Soure. Seu fundador foi Francisco Xavier de Mendonça Furtado (irmão de Marquês de Pombal). Sua área é de 3.512 km2, com uma população de 22.459,000 Habitantes. Soure se originou de aldeias de indios Maruanazes e Mundis pertencentes a tribo dos Aruãs.
Fica a margem esquerda do Rio Paracauary. É considerada um santuario ecológico, tem como simbolo o bufalo, tem uma beleza natural que se confude entre o urbano e o rural. Possui uma variedade de frutas tipicas da região Amazônica. Hoje pertence ao território da Cidadania instituido pelo governo federal. Sua Bandeira foi criada por uma mulher, a primeira vereadora eleita em Soure (Miriam Barbosa) e representa o que temos de riqueza.
No próximo número falaremos da cultura local e da culinária.
Ivone Maués
segunda-feira, 8 de março de 2010
PROSA EM RIMA

Sonhos Rosa
Em cima da mesa
Como bailarina
Uma boneca de menina
Sonhos rosa, sonhos anis
Olhando o tempo
Não tem pressa
Pois sabe que como boneca
Não envelhece
Apenas a menina
Sua companheira cresce
A menina cresce
O tempo a envelhece
E sem perceber adormece
No seu lugar outra menina cresce
Sonhos rosa, sonhos anis
Confidente a boneca se envaidece
Por saber que um dia
Sua amiguinha não fará mais a prece
Somente ela eterna será
Boneca não envelhece!
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